Se você tem um filho menor de idade, precisa saber que bebidas energéticas trazem riscos a crianças e adolescentes. Afinal, por não ter teor alcóolico, muitos deles pedem e alguns pais acabam cedendo.
No entanto, a verdade é que as bebidas energéticas trazem sérios riscos a crianças e adolescentes. Confira agora o motivo.
Bebidas energéticas trazem riscos a crianças e adolescentes
Bebidas energéticas: Um alerta para a saúde dos jovens
As bebidas energéticas têm se tornado populares entre diferentes faixas etárias, prometendo vigor e energia instantânea. No entanto, pesquisas científicas têm lançado luz sobre os riscos à saúde, especialmente para crianças e adolescentes, devido ao alto teor de açúcar e cafeína presente nessas bebidas.
Esses produtos estão disponíveis em diversas opções de tamanho e sabor, com promessas de manter você acordado e melhorar o desempenho físico, inclusive na academia.
Além disso, são frequentemente consumidos junto com álcool para prolongar a resistência noturna. Tudo isso a um custo acessível, o que pode parecer tentador.
No entanto, é importante compreender os perigos associados ao consumo excessivo dessas bebidas.
Excesso de açúcar e cafeína: Uma combinação prejudicial
As evidências científicas apontam para o consumo desaconselhado de bebidas energéticas, especialmente entre os mais jovens. O alto teor de açúcar e cafeína presente nessas bebidas pode ter sérias consequências para a saúde, tanto física quanto mental.
Pesquisas realizadas pela Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) revelaram que crianças de 3 a 10 anos consomem bebidas energéticas de forma regular, em quantidades alarmantes.
Esse consumo excessivo, muitas vezes quatro a cinco vezes por semana, equivale a dois litros por mês. Na Espanha, estudos mostram que 45% dos adolescentes entre 14 e 18 anos já consumiram esse tipo de bebida no último mês.
Um aspecto preocupante das bebidas energéticas é o alto teor de açúcar. Essas bebidas podem conter entre 27,5 e 60 gramas de açúcar por 250 mililitros ou 500 mililitros, o que é equivalente a 11-12 colheres de chá de açúcar.
Esse excesso de açúcar pode contribuir para problemas de saúde, como ganho de peso, resistência à insulina e riscos cardiovasculares.
Cafeína em quantidade perigosa
Além do açúcar, a cafeína é um componente-chave dessas bebidas. Uma lata típica de 250 mililitros contém 80 miligramas de cafeína, e muitas vezes esse valor é ainda maior em outras marcas. A quantidade máxima segura de cafeína para um adolescente de 50 quilos é de 150 miligramas.
No entanto, algumas bebidas energéticas contêm até 160 miligramas a mais do que essa quantidade recomendada.
Impacto na saúde física e mental
Estudos demonstram que o consumo excessivo de bebidas energéticas, especialmente em combinação com álcool, pode ter efeitos negativos na saúde física e mental. Problemas cardiovasculares, neurológicos, distúrbios comportamentais e do sono são alguns dos riscos associados a essas bebidas.
Uma necessidade de regulamentação
Diante dos riscos à saúde, muitos profissionais da nutrição e figuras públicas, como o chef Jamie Oliver, têm defendido uma regulamentação mais rigorosa sobre as bebidas energéticas.
Isso inclui limites para a quantidade máxima de cafeína e maior controle da publicidade direcionada a jovens. Alguns países já estão tomando medidas nesse sentido.
Priorizando a saúde dos jovens
É fundamental compreender os riscos associados ao consumo de bebidas energéticas, especialmente entre crianças e adolescentes. O alto teor de açúcar e cafeína nessas bebidas pode ter sérias implicações para a saúde, afetando tanto o bem-estar físico quanto mental.
Uma abordagem mais regulamentada e consciente é essencial para proteger a saúde das gerações mais jovens e garantir um futuro saudável.
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Dessa forma, agora que você sabe tudo sobre esse assunto, é só seguir essas dicas e aproveitar!
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