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Profundezas do oceano: por que é tão arriscado explorá-las?

A tragédia com o submarino Titan, em que cinco pessoas morreram na expedição que a OceanGate organizou para visitar os destroços do Titanic, levantou a discussão sobre os riscos de explorar as profundezas do oceano. 

Estima-se que percorrer o espaço é menos complexo do que mergulhar ao fundo do mar. Segundo a Woods Hole Oceanographic Institution, somente três pessoas passaram um período de três horas no ponto mais profundo do oceano, conhecido como Challenger Deep. 

Por outro lado, 12 astronautas chegaram a ficar um total coletivo de 300 horas (pouco mais de 12 dias) na superfície da Lua. 

Mas quer saber por que é tão arriscado explorar as profundezas do oceano? Então, leia este texto que preparamos para você! 

Perigo de explorar as profundezas do oceano

O fundo do mar pode alcançar de 1.000 metros a 6.000 metros para baixo da superfície. No entanto, conforme aponta a Woods Hole Oceanographic Institution, as trincheiras podem chegar a mais de 11 km. 

Elevações rochosas podem compor este ambiente. Estas, por sua vez, podem servir de depósitos químicos, plantas de diversas espécies, anfípodes gigantes (animais que apresentam características de crustáceos), criaturas exóticas e brilhantes que esculpem habitats na parte interior nas paredes das fossas do oceano, entre outras características. 

Pouco conhecimento

Avalia-se que há de 250 mil a 400 mil espécies que habitam o fundo do mar. Além disso, um dos motivos que torna a exploração das profundezas do oceano complicada é o pouco conhecimento do ambiente.

De acordo com a NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica), dos Estados Unidos, houve exploração de somente de 20% das profundezas do mar.

O mergulho ao fundo do mar é limitado, já que a pressão se intensifica conforme o deslocamento para as profundezas do oceano. Além disso, o ambiente é escuro, oferecendo pouca visibilidade, e a temperatura da água é extremamente fria. 

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